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COLETÃNEA 92BPM COLETÃNEA 92BPM

COLETÂNEA 92 BPM

Com muita dedicação e uma sonoridade incrível a coletânea 92 BPM,projeto criado pelo o beatmaker Preto C e com a curadoria da competente Totty Soraia,conta com a participação de importantes MC's da história do Hip Hop de Minas Gerais.Alguns a anos longe do microfone e dos palcos,trazem novamente sua canetada afiada e seu flow inesquecível.

Importante ressaltar que essa coletânea conta com nomes da atual geração como Flavia Tangrins,Talita Silva, Ndpcon  rimando muito no Boombap.

Flavia Tangrins marca sua participação com a faixa AFIRMAÇÃO.Que está impecável!

Enfim, esta prestes a ser lançado o álbum mais aguardado até o momento,92BPM.Com lançamento  para o próximo dia 26 de abril nas principais plataformas digitais.Com show de lançamento para o dia 10 de maio, no Duelo de MCS, sob o Viaduto Santa Tereza, Centro de BH.

FICHA TÉCNICA
Nome do Álbum- 92BPM
Número de faixas - 12
Produção musical - Preto C
Curadoria - Totty Soraia
Produção Executiva - Kemet Produções

FlÁVIA TANGRINS FlÁVIA TANGRINS


Flávia  Tangrins é mineira , cria do Morro das Pedras nas ruas e eles passavam horas e horas ouvindo seus sons favoritos.Na adolescência ela ainda enfrentava a barreira por parte da família tanto pelo som como pelo vestuário,mas aos poucos ela foi conseguindo superar tudo isso. Aos 22 anos ela se converteu à religião evangélica, mas sempre carregou dentro de si o Rap, depois de alguns anos a artista sai da Igreja e na sequência começa a namorar o Dj Number One,as ideias bateram de cara, ela já compartilha com ele seu desejo de cantar e construir uma carreira nesse cenário. A movimentação começa, ela vai abrindo caminho para sua nova jornada,conversando com artistas e propondo parcerias,mas muitas portas foram fechadas, porque o objetivo de Flávia sempre foi cantar Rap Gospel, mas a galera do Rap só aceitava na época a participação dela se ela estivesse dentro da Igreja. Foram tempos difíceis, a MC tinha a visão muito mais ampliada e sabia que não precisaria estar dentro de uma instituição para fazer seu corre e cantar o que queria.Mas como ela estava no início de carreira, ela não imaginou que poderia escrever seus próprios Raps ao invés de apenas fazer pequenas participações, e quem a elucidou sobre isso foi seu companheiro.Ela se debruçou no ofício da escrita, e as primeiras músicas começaram a sair, firmou parceiras de responsa e apresentações importantes.

“Um salve aos aliados que estiveram ao meu lado: Nega Thá,Dj Wall (Laboratório dos beats) , Dadão Evereste,Zkal Golgota,Ariane Moura,Dj Number One,W Will,Becki Di,WL Dias,Preto C,Marcos Fiote e Daniel CF.” Flavia Tangrins.


Flávia atuou como Produtora Cultural nos eventos do BHZ Periferia durante as suas 14 edições, evento extremamente importante dentro das quebradas e com cunho social e cultural. Artistas da cena Rap que são referências para ela: Dina Di, Cirurgia Moral, Retrato Radical, S.O.S periferia,Código Penal, Álibi ,Ndee Naldinho e Dj Jamaica. A artista participou de eventos de grande repercussão como : FAN(Festival de Arte Negra), Semana Hip Hop, Descontorno Cultural, BHZ Periferia entre outros. Sempre com letras conscientes, positivas e com cunho religioso,Flávia é daquelas artistas que carrega a simplicidade com ela e que quando está nos palcos larga rimas incríveis e tem um flow único. 


No início deste mês Flávia lançou seu primeiro videoclipe intitulado como : Meu Dilema, ele está disponível no Youtube. A artista recebeu vários elogios vindo do Brasil inteiro, muitos compartilhamentos e uma interação ímpar com as mulheres, elas se sentiram representadas e imponderadas. Perguntamos  a artista sobre qual o sonho dela na música  ela respondeu :

‘’Eu pretendo ter um retorno do que estou fazendo, levar a mensagem de Cristo da minha maneira através das letras. Atingir  outras pessoas de forma direta .’’

A festa  Black Som é uma das melhores festa de Belo Horizonte e no último dia 6, a artista se apresentou com um show vibrante e repleto de rimas, levantando o público do local.


Esse mês tem lançamento(26) do álbum 92 BPM, projeto idealizado pelo DJ PretoC com  sugestão assertiva  da Totty foi reunir as gerações de Mcs de Belo Horizonte da década de 2000,trazer artistas que não gravavam já a algum tempo,fazer o encontro da velho escola com os artistas contemporâneos e  ao batido de boombap que é um dos pilares, do estilo musical Rap.E a Flávia é uma dessas artistas que vão compor essa álbum que já tem show no Duelo de MCS com data marcada: 10 de maio. Em breve Flavia lançará mais 3 sons novos!Com a mesma vibe e flow presentes no seu trabalho. Fiquem ligados!

Rede social: @ftangrins

 

Links do trabalho da artista:

https://www.youtube.com/watch?v=5xNz06LtJkk

https://deezer.page.link/FRAkEkJ4DAeGVoAWA

https://deezer.page.link/XYQRtED3FPPK2KLw9

Matéria por Dj Number one

Edição e elaboração: Lorena santos

COLUNA LORENA SANTOS COLUNA LORENA SANTOS

April Walker pioneira da StStreetwear


April Walker é afro-latina , cria do Brooklyn, um ícone da Moda, educadora e autora.Teve seu trabalho  apresentado na Forbes, In Style, Essence, The New York Times, Drink Champs, Vogue, CFDA. Na década de 70 ela se tornou uma das pioneiras no que tange a Streetwear e é Ceo da Marca Walker Wear, uma das mais importantes dentro da Cultura Hip Hop principalmente nos anos 90, a marca segue fazendo história e sendo comercializada no mundo inteiro. April iniciou na Moda Masculina e no rasgar dos anos ampliou as suas criações também para o público feminino, vestiu grandes nomes e referências da cena como: Tupac, Notorius Big, Wu Tang Clan, Run DMC. 

É importante ressaltar a importância de April tanto dentro do universo da Moda, como empresária dentro de um movimento que ainda era perpetuado por marcas da indústria como: (Nike,Adidas e Puma) que vendo de forma antecipada o tamanho que seria a Cultura Hip hop começaram a investir pesado, criando linhas e peças exclusivas para os artista e automaticamente atingindo o grande público. As quebradas nessa época não tinham marcas ou negócios liderados por pessoas da comunidade e a April foi uma delas, e isso faz com que ela quebre vários paradigmas e faz dela, além de empresária uma criadora de Moda. Ela seguiu sua intuição criativa, sendo pioneira na Moda Urbana, preparando o terreno para uma revolução nas normas da indústria da Moda, políticas de gênero e mudança de Cultura. Walker moldou a direção que o estilo tomaria no futuro, como a primeira mulher com uma marca de Moda Urbana, a Walker Wear ajudou a criar uma indústria multibilionária conhecida como streetwear. 

 

Walker também foi destaque em documentários premiados como "The Remix Hip Hop X Fashion" e "Fresh Dressed". 

Curadora da Exposição: "Women in Streetwear" celebra contribuições poderosas para a cultura do streetwear de mulheres como Misa HyltonSharifa Murdock, Shara McHayle, Kianga "Kiki Kitty" Milele, Toni Scott Grant, Sophia Chang, Elena Romero e Samantha Black. Walker também foi tema de uma exposição em 2019 intitulada "Walk this Way". 

 

Quando April não está sentada no comando da Walker Wear, ela é autora de livros, educadora, professora adjunta da TISCH/NYU, colaboradora do "Streetwear Essentials" de Parson, produtora, e seu trabalho foi apresentado nacional e internacionalmente pela Sotheby's, Photoville e no Kunsthal and Centraal Museum.  

"É hora de nivelar o campo de jogo. Quando capacitamos indivíduos, capacitamos nossas comunidades, ajudando a criar um ecossistema global saudável."  – April Walker. 

 

"Temos que ser essa mudança e celebrar uns aos outros. Minha esperança é fomentar o comportamento contagiante e mostrar como a cooperação lateral cria movimento vertical. - April Walker. 

Redes Sociais: 

@walkerwear 

 

Site Oficial: 

Walker Wear 


RUM D .M C RUM D .M C


  • Quem gosta da cultura hip-hop, precisa ficar ligado nesse documentário. O trailer da série documental “Kings From Queens: The Run DMC Story” (Os Reis do Queens - A História de Run DMC), sobre o lendário trio de hip-hop formado por Joseph Simmons ( Rev Run), Darryl McDaniels (DMC) e Jason Mizell (Jam Master Jay) foi divulgado e nele podemos ver outros nomes influentes do rap como Ice Cube e Beastie Boys refletindo sobre o impacto do grupo.

“Eles são a razão pela qual o hip-hop é tão grande como é agora”, explica Ice Cube no trailer. Lembrando que Cube foi fundador do NWA, outro grupo que sempre está na lista de maiores da história do rap.

“Eles mudaram o som da música, o público do rap”, afirma Mike D, do Beastie Boy, banda que, assim como o RUN D.M.C, abusava da mistura de rock com a batida do hip-hop.

Leia mais em nosso site sobre o documentário e os outros nomes do rap que participam da série.

Fonte : https://www.facebook.com/tracebrasiloficial

PREMIAÇÕES PREMIAÇÕES

No dia 19 de Dezembro  em uma comemoração dos 50 anos de hip hop ,no mundo e 40 de Brasil .

 A nossa equipe foi premiada por Três  vezes  ,sendo duas com a artistas,  Flavia tangrins e   Dj Number one e outra da próprio coletivo BHZ PERIFERIA 

Homenagem foi prestada  ,pela deputada federa Andréia de Jesus em uma cerimônia  realizada na Assembléia  legislativa de Mg.

Ficamos muito feliz por ter sido  lembrado e indicado pela comunidade de hip hop de Mg  

E de grande importância  para nosso coletivo receber este tipo de premiação , nos faz acreditar que nosso trabalho  esta sendo valorizado e respeitado.

Agradecemos  ao carinho recebido, por todos La presente  e pelo os votos de sucessos  que nos  desejaram


 Dedicamos esta premiação a todos que já passaram pelos os nossos eventos e que também ajudaram na organização de nossos projetos

FLÁVIA TANGRINS FLÁVIA TANGRINS

Flavia Pereira Tangrins, Nascida e criada na Vila São Jorge no  Aglomerado  Morro das pedras na Região Oeste de Belo Horizonte. 

Iniciou  sua trajetória no RAP ,  No Ano de 2017

Suas  composições,  traz uma bagagem da velha escola, e tem como fonte inspiradora alguns artistas   do passado Como:  Cirurgia moral, Retrato Radical, SOS periferia, Dina Di ,Ndee  Naldinho ,  Álibi entre outros  que fizeram parte de sua infância e adolescência .

Traz em suas composições, Opiniões Fortes e contestações ao falso evangelho, e ás denominações evangélicas  que ,por outrora  são  enganadoras .

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Vem pregando as suas ideias de forma clara e transparente, levando sempre as suas opiniões para que possam de certa forma, fazer com que as pessoas reflitam, sobre tais situações que vem acontecendo em nosso cotidiano e no meio Cristão.



HISTORIA NUMBER ONE HISTORIA NUMBER ONE


  • História DJ Number One dentro do H2 em MG 



Vanderlei Narciso dos Santos DJ Number One Nascido em 06 de outubro de 1971 na cidade mineira de Conselheiro Lafaiete ,mudou se para Capital mineira Belo Horizonte com poucos meses de vida e se encontra até os dias de hoje .No início dos anos 80, mais precisamente em 1982 o futuro artista começava a frequentar as quadras e danceterias da cidade, que na época era conhecida como Som.Morador da Região Oeste de Belo Horizonte, foi em seu primeiro Baile na quadra de esporte “Tringo Lingo” no bairro Betânia que deu início a sua primeira experiência em bailes na época o futuro artista tinha seus 11 anos de idade e não era permitido a entrada de menores ,somente com um acompanhante maior de idade.Por várias vezes ficou de fora acompanhando,os sons,batidas e músicas ali da portaria mesmo, porém já se imaginava fazendo parte daquele universo e deixar sua marca .Até que um dia um cara chamado “Profeta” que fazia parte de uma Gangue da região ,resolveu que levaria ele pra conhecer a parte interna do evento então a tão sonhada quadra de som .Foi seu primeiro contato com as pessoas e o público de lá,pista cheia e vibrante e os clássicos do momento como : Soul e o Balanço ,impactado pelo ambiente e Cultura começou então a aprender a dançar os passinhos que eram característicos da época e sempre dançados em grupo. Frequentou várias discotecas dessa geração e casa de shows espalhadas por Belo Horizonte e Região metropolitana como: Chiod ,Vilarinho, Estúdio 94 , Pouso Forçado, Phoênix , Alucinante,Somione,Forninho no cabana, Fanthasy ,som do padre e nas quadras do salgado filho .Já em 1985 e com outros interesses para além da dança já vislumbrava a possibilidade de se tornar um DJ e se inspirou no trabalho e trajetória dos artistas mais velho da cena.Na sequência em 1987 criou seu primeiro nome artístico : “DJ DELEI”, e adquiriu seu primeiro equipamento de discotecagem um toca disco Gradiente GARRAD 401. 

 



Com este equipamento arriscava a fazer as suas primeiras brincadeiras ,em casa mesmo, com os discos de sua mãe, que na sua maioria eram sertanejos e ficavam todos aranhados.No final de 1988, iniciava sua aventura no mundo da Música , recebeu um convite de seu então cunhado Wilsinho como era conhecido ,para ir ajudá- lo nos eventos ,já que o mesmo tinha uma equipe de som Sonimandy.Nesta mesma época conheceu uma turma da pesada e acabou se envolvendo em situações bem complicadas com o mundo do crime .



“Marcão Fera Mix”, Este era o nome do DJ que também tinha sonhos e ideias de se tornar conhecido, porém ,para que pudéssemos adquirir os equipamentos de qualidade , partimos então para uma maneira nada convencional.Depois de um tempo e com mais condições financeiras, adquiriu então equipamentos com melhor qualidade e discos de vinil importados ,que na época eram os melhores ,pois se conseguia ter as músicas em primeira mão, e consequentemente se apresentar de uma maneira diferenciada.



GRUPO DE R .A . P

Em 1989 formamos então o Grupo” Artigo Zero” formado por Marcão ,Charles, Bicudo,Nubiu, Reginaldo, Fernanda ,DJ Mix e DJ Number One, a maioria das pessoas moravam na região Oeste de Belo horizonte.Neste mesmo ano além do grupo o artista também começou a fazer parte de uma equipe de som com o nome de” Sonimandy “ , nome meio peculiar mas não menos importante ,dando inicio então as suas participações em eventos como DJ . Colocar fotos No final de 1989 em uma das festas que produzia e tocava como DJ , o artista teve o prazer de conhecer o grupo Belo Horizontino de RAP

“Retrato Radical”, no inicio da carreira e teve a oportunidade de fazer uma pequena participação com eles. 


ANOS 90

Já no início dos anos 90, exatamente em 1992 nascia sua primeira filha e ele sabia que as coisas se tornariam ainda mais complicadas, não estava sendo possível naquele momento conciliar as duas coisas ao mesmo tempo e por isso ele colocou as prioridades familiares em foco e voltou a ser ouvinte dos programas de Rádio disponíveis desta época como Programa Só Mix, Bh FM 102 e batidão 98 .Em 1995 perdemos um dos idealizadores do grupo Artigo Zero, Marcão morreu assassinado e em consenso com os demais integrantes decidiu se finalizar o trabalho em grupo. O retorno Mesmo afastado do movimento Hip Hop durante quatro anos 1994 a 1998, o artista resolveu retornar as atividades. E foi através de um amigo que também é Dj,

O RETORNO

DJ MIX !citado acima ,que o DJ Number One aceitou o convite de ir na Rádio comunitária e deu se inicio aos trabalhos novamente.Em 1998 iniciava se o programa ”No Stop”, na Rádio comunitária que ficava na zona sul de Belo horizonte no Aglomerado Santa Lúcia , o programa ia ao ar nos finais de semana das 16 as 20 horas. Colocar fotos Iniciava se um tempo de ouro , muitas histórias e personagens o DJ Number One conquistou sua primeira Rádio : A União FM e ele estreou como o locutor do Programa “No Stop” ,que ficou no ar durante os anos de 1998 a 2005. O programa foi reconhecido por três anos seguidos como o melhor programa de Rap da cidade de Belo horizonte ,mesmo tendo uma concorrência acirrada o programa No Stop se manteve no ar sempre nos finais de semana, sendo elaborado, produzido e protagonizado pelo o próprio DJ . 



RADIO UNIAO 


  1.                                                                                                                                                      OS  EVENTOS

 A audiência da Rádio estava alta e com esse estímulo a vontade de fazer mais ações em prol da comunidade aumentou, foi ai que surgiu a ideia de fazer o 1º evento de RAP do programa No Stop, realizado pelos DJS Liu, Meduzza e Number one,

ambos fazendo parte da mesma emissora de Rádio União 90.1 FM. O evento foi realizado em 1999 no aglomerado Morro do Papagaio ,umas das favelas mais violentas daquela época de Belo Horizonte . Este evento foi o pontapé inicial para a realização de mais 28 edições e o objetivo era contemplar o público de outros bairros ,regiões e cidades.A cidade de Santa Luzia foi escolhida pra ser o próximo destino, e depois tantas outras. O No Stop foi o 2º evento na quadra do PT no centro de Belo Horizonte ,sendo ele o 1º evento de Rap na região Central de Belo horizonte para o público periférico aconteceu em 21 de Abril de 1999. Ainda nestes anos que se deu de 2000 á 2006, participou de outros grandes eventos de Rap mineiro e também de fora do estado ,foi Mc d

apresentações de shows como: Facção Central ,Racionais Mc’s, Ao cubo , Realidade Cruel ,DBS , S .N. J, e Conexão do morro  foram realizadas entrevistas no dia com os artistas.



PROJETO BHZ PERIFERIA

O projeto da início em 2009 idealizado e protagonizado pelo DJ Number One com o nome de : Web Rádio BHZ Periferia,com o objetivo central de dar seguimento ao seu trabalho de locutor e comunicador de Rádio da FM.Uma vez que por Ordem Judicial a Radio União 90.1 saiu do Ar em 2005. O programa No Stop foi ao ar pela Web Radio semanalmente de segunda a sexta feira sempre das 20:00 as 22:00 horas. Na programação ouvia se os clássicos do Rap Nacional e R A P de Mineiro Como: Racionais mcs , RZO,Sabotage ,S.N.J ,Realidade Cruel,MV Bill, Retrato Radical , Kontrast,  Are z.o.n.a,BH Periferia entre outros. . RADIO BHZ A Web Rádio entrou no Ar no dia 10 de outubro de 2009, com uma programação exclusiva voltada a Cultura Hip Hop e ao Movimento Negro. Vários eventos também foram produzidos por ela como: BHZ PERIFERIA, CIRCULA HIP HOP, IBIRITE H2, sendo o total de 14 edições contemplando as regiões: Oeste,Centro Sul, Norte e Leste Bh MG ,a proposta sempre foi conceder espaço e visibilidade aos grupo de Rap de nossa região metropolitana .A Rádio continua ativa até os dias de hoje , ofertando programação vasta e diversa , onde o ouvinte ouvira os clássicos ate os artistas atuais.

Ouçam : https//radiobhzperiferia.com.br




50 ANOS DE HIP HOP CINDI CAMPBELL 50 ANOS DE HIP HOP CINDI CAMPBELL

você conhece a pioneira do Hip Hop?

Considerada mãe do Hip Hop, Cindy Campbell foi catalisadora da cultura para o mundo

Por Karina Lima

Ao pesquisarmos sobre o tão importante 11 de agosto de 1973, a famosa data que marca o nascimento da cultura Hip Hop, percebemos que a mídia tradicional da ênfase a nomes como o de Kool Herc, Bambaataa e Grandmaster Flash entre outros nomes masculinos. Isso é comum pensando na estrutura patriarcal na qual estamos inseridos. A verdade é que embora a contribuição desses personagens tenha sido fundamental para a história, é necessário deixarmos evidente que houve contribuição feminina nesse processo e em especial, a da brilhante Cindy Campbell.

Cindy foi a primeira produtora de um evento de Hip Hop no mundo, além de ter sido B.girl, antes do termo existir e também grafiteira, assinando com a tag PEP-1(174). Na noite da festa, a jovem alugou a sala de recreação por US $25 e cobrou a entrada, fazendo um preço de 25 centavos para as meninas e 50 centavos para os meninos.

Cindy também tem uma contribuição efetiva na indústria da moda como modelo. Ela já trabalhou com muitos designers influentes, além de ser graduada pelo Fashion Institute Of Technology de Nova York e ter sido concorrente do concurso de beleza Miss Black America.

Na história, é recorrente que a personalidade da mulher seja baseada sempre na figura do homem, sendo elas as esposas, as irmãs, as primas dos “protagonistas” apagando totalmente as condições profissionais femininas. No caso de Cindy, sua história foi resumida como a irmã do DJ Kool Herc, mas apesar do laço familiar com o jamaicano, partiu dela a ideia de realizar a festa do dia 11 de agosto com o objetivo de relembrar os tempos de Sound System na Jamaica.

Não restam dúvidas de que o Dj Herc teve um grande papel na festa, pois tocou os melhores ritmos da noite, deixando a platéia completamente entusiasmada, mas Cindy Campbell foi a peça que originou o início do Hip Hop, pois foi quem organizou o evento e convenceu seu irmão a tocar no Bronx.

É impossível falar sobre a história do Hip Hop sem falar sobre o papel de Cindy na construção e efetivação do movimento. O apoio e a ligação da jamaicana com seu irmão abriu grandes portas para a representatividade e a consolidação da mulher na cultura, pois ela sempre estava envolvida em todas as organizações das festas que prosseguiram no Bronx.

Depois de Cindy, outras mulheres se movimentaram para tornar o Hip Hop mais acessível e desenvolvido. Entre elas, diversas intelectuais, grafiteiras, comunicadoras, Mc ‘s, B-girls, produtoras musicais, modelos e DJS. Além disso, a jamaicana é a fundadora do Hip-Hop Preserve Inc., uma organização sem fins lucrativos que preserva a cultura e ajuda artistas.

50 ANOS DE HIP HOP KOOL HERC 50 ANOS DE HIP HOP KOOL HERC


Kool Herc


Clive Campbell (16 de abril de 1955), também conhecido como Kool Herc e DJ Kool Herc, é um DJ jamaicano, considerado um dos fundadores "cultura hip hop" em razão do fato de que suas block partes (festas do bairro/bloco, em português) no bairro do Bronx em Nova Iorque terem estabelecido o formato e congregarem os elementos daquilo que depois viria a ser conhecido como "cultura hip hop". Sua reprodução de discos de funk, especialmente de James Brown, contribui para a cultura das gangues violentas do Bronx como para a popularidade emergente da música disco durante a década de 1970. Em resposta a reação dos dançarinos do país, Campbell começou a isolar a parte instrumental do disco - o "break" - e mudar de um break para outro constntemente



Enquanto DJ Kool Herc é considerado o pai da "cultura hip hop", inclusive pela própria Universal Zulu Nation[1], que é a organização fundada por Afrika Bambaataa que é considerado o "padrinho" da cultura hip hop por ter sido o maior responsável pela difusão do termo "hip hop" a partir do início da década de 80 ao descrever aquilo que acontecia desde a década anterior.

A festa dada pelo DJ Kool Herc em parceria com sua irmã, Cindy Campbell, em 11 de Agosto de 1973 na Avenida Sedgwick, 1520, é considerada simbolicamente como a "data de nascimento" da cultura hip hop e aquele endereço (1520 Sedgwick Ave) é considerado o local de nascimento da mesma [2]. A Avenida Sedgwick 1520 é reconhecidamente [3] ponto turístico obrigatório aos apreciadores de hip hop que visitam a cidade de Nova Iorque[4] é um dos pontos de visita da Hush Tours. Em 2017 tal Avenida Sedgwick foi oficialmente renomeada como Hip Hop Boulevard [5].


Nesta ocasião a TATS CRU, uma das mais reconhecidas crews de graffiti do mundo fez em agosto de 2013 um mural de comemoração dos 40 Anos da Cultura Hip Hop no Bronx e o antigo 5 Pointz (galeria a céu aberto de Graffiti) também fez uma festa comemorativa [6]. No Brasil, a True School Crew[7] também promoveu tal comemoração no evento Block' Out! Original Hip Hop[8] em 2013 com a presença de Cincy Campbell e do DJ Kool Herc em pessoa. Em 11/08/2017 a empresa Google lançou um "doodle" comemorativo dos 44 anos da Cultura Hip Hop[9].


Usando dois turntables dos toca-discos dos aparelhos dos DJs, o estilo de Campbell levou ao uso de duas cópias do mesmo registro para prorrogar o break (sessão instrumental rítmica percussiva da música). Este breakbeat, que usava hard funk, rock, e percussões latinas, formou a base da música Hip Hop. As comunicações e exortações de Kool Herc levaram os dançarinos a procurarem um acompanhamento sincopado e com rimas faladas, que hoje é conhecido como rap. É creditado como o inventor dos termos b-boy e b-girl para os dançarinos de Breaking, vulgar e equivocadamente conhecido como breakdance. O estilo de Campbell foi rapidamente utilizado por artistas como Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash.





O prédio situado na Avenida Sedgwick, nº 1520 é considerado o local de nascimento da Cultura Hip Hop


(birthplace of Hip Hop) por ali ter acontecido a lendária festa em 11 de agosto de 1973 que é considerada simbolicamente o marco inicial da Cultura Hip Hop. Clive foi o primeiro dos seis filhos de Keith e Nettie Campbell, tendo nascido em Kingston, Jamaica, no dia 16 de abril de 1955. Enquantro crescia, ouvia nas festas do bairro o barulho dos populares sistemas de sons, conhecidos como dancehalls. Mudou-se para Bronx, Nova Iorque em novembro de 1967. A criação da Cross Bronx Expressway por Robert Moses (concluída em 1963, mas a construção adicional continuou até 1972) tinha retirado milhares de habitantes do Bronx, principalmente das comunidades deslocadas da área principal, e levou ao uma "fuga branca" de pessoas de pele clara por serem desvalorizadas na região. Muitos proprietários de terra recorreram a incêndios, a fim de recuperar o dinheiro através de apólices de seguros. Uma nova cultura violenta de gangues de rua surgiu em 1968, e se espalhou crescentemente por todo o Bronx em 1973.

Campbell frequentou o Alfred E. Smith Career e o Technical Education High School no Bronx, onde sua altura, estatura e o comportamento na quadra levaram a seus companheiros o apelidarem de "Hércules". Ele começou a fazer graffite com um crew chamado Ex-Vandals, onde usou pela primeira vez o nome de Kool Herc.[10] Herc tentou convencer seu pai a comprar uma cópia de "Sex Machine" (tradução: Máquina de Sexo), canção de James Brown, a qual posteriormente seria alvo de uma das suas primeiras mixagens.[11] Ele e sua irmã, Cindy, começaram a organizar festas de escola no 1520 Sedgwick Avenue, edifício da propriedade de sua família.[12] Seu primeiro sistema de som consistia em dois toca-discos e um amplificador de guitarra.[11] Com a afiliação dos clubes com a presença das gangues de rua, os DJs começavam a tocar discos cada vez mais antigos e com aspirações diferentes, e os comerciais de rádio solicitavam o restauro da comunidade antes do surgimento das gangues.

FONTE:Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

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DJ NUMBER ONE DJ NUMBER ONE

  • DJ NUMBER ONE

Oriundo da cultural H2 desde os anos 80, iniciou sua carreira no ano de 1987 participou ativamente de vários eventos como DJ em Belo horizonte e Região metropolitana da capital. Fez uma pequena participação na primeira formação do Grupo de Rap Retrato Radical nos anos 88 E 89 Participou de algumas edições do BHCANTA E DANÇA evento este que colaborou para o desenvolvimento da cultura H2 em nossa cidade de Belo horizonte. Fez parte da Equipe da extinta Rádio união 90.1fm aonde apresentava o programa com o nome de No Stop ,Programa este que fico no ar entre o ano de 1998 ate 2005 . Sendo sempre transmitido nas tardes dos finais de semana e que foi responsável por 16 eventos em toda a região metropolitana da capital mineira. Foi indicado por várias vezes a prêmios e tendo conseguido êxito em alguns importantes . Como melhor locutor de programa de rádio ano 2002. Melhor DJ de festas ano 2002 Melhor organizador de eventos Ano 2002, Melhor DJ de baile da zona oeste de BH. Sendo ainda indicado ao premio Bambaataa como melhor apresentador de eventos e colaborador da cultura H2 Em Belo horizonte Participo de vários encontros e debates sobre a Cultura Hip Hop ,nas faculdades de Belo horizonte ,UFMG ,UNA, PUC MG entre outras como UFOP na cidade de Ouro preto MG.



Recados Recados

magno | salinas - mg
Top demais, ainda existe o rap de verdade!

DJ Number one | Belo Horizonte - Mg
obrigado a todos por manter nosso de Pé

Luis Flavio | itu - Sp
Salve família só passando a visão aqui pra dizer q o site tá pesadão, muita informação da verdadeira cultura hip hop que a 50 anos mantém seu legado..uma honra fazer parte dessa cultura q tanto aprendi a amar.... Um sincero forte abraço daquele jeitão....salve nossa cultura 👊🏽

Thiago Negrao | sabara - mg
Programação top 👏🏿👏🏿👏🏿👏🏿👏🏿

Sabrina Stela | Contagem - MG
Vocês me inspiram, Vanderlei e Flávia! O site tá foda, muita cultura e boa informação ❤️ orgulho

HIP HOP ANOS 70 O INICIO HIP HOP ANOS 70 O INICIO

Grandmaster Flash


 Poucos nomes se tornaram tão conhecidos pelos amantes da música em todo o mundo quanto Grandmaster Flash. Ele não é apenas um dos criadores do gênero musical chamado Hip-Hop e um fenômeno cultural musical mundial, mas seu uso pioneiro dos toca-discos o torna o primeiro DJ a tocá-los como um instrumento musical, ajudando assim a elevar o status de o DJ a uma posição artística e magistral. Ele estava inventando e demonstrando cientificamente tais métodos e conceitos que ele chamou coletivamente de “The Quick Mix Theory” que englobava a técnica inovadora de “Cutting”, eventualmente lançando as bases para o que ficou conhecido como “Scratching”, “Transforming” e o primeiro a usar as pontas dos dedos para técnicas de vinil. Sua carreira se estendeu do Bronx no início dos anos 1970 para todos os cantos do globo até a data atual.

A carreira do DJ Grandmaster Flash começou no Bronx com festas de bairro que foram essencialmente o início do que se tornaria uma sensação global - o surgimento de um gênero musical. Ele foi o primeiro DJ a colocar fisicamente as pontas dos dedos no corpo do vinil e manipulá-lo para trás, para frente ou no sentido anti-horário, quando a maioria dos DJs simplesmente segurava o disco pelas bordas, abaixava o braço de tom e o deixava tocar. Esses DJs deixaram o braço de tom guiar sua música, mas Flash marcou o corpo do vinil com giz de cera, caneta fluorescente e lápis de cera - e essas marcações se tornaram sua bússola.


Ele inventou a Quick Mix Theory, que incluía técnicas como double-back, back-door, back-spin e phasing. Isso permitiu que um DJ fizesse música colocando as pontas dos dedos no disco e medindo suas revoluções para fazer sua própria batida e sua própria música. O modelo do Flash cresceu para incluir cuttin ', que, por sua vez, gerou arranhões, transformações, a Teoria do Relógio e coisas do gênero. Ele lançou as bases para tudo que um DJ pode fazer com um disco hoje, além de apenas deixá-lo tocar. Ele foi apelidado de “Toscanini” dos toca-discos.

No inverno de 1975, um grande amigo e fã do Flash, Joe Kidd, considerado um dos mais notórios gângsteres da Boston Road, rua do Bronx, aproximou-se dele no final de uma festa no The Black Door, seu home base, enquanto ele estava quebrando seu sistema de som e Joe Kidd disse: “Damn Flash, você manuseia esses toca-discos como um Grande Mestre”. Flash parou de andar e pediu ao amigo que repetisse o que acabara de dizer. Ele repetiu a declaração e, nos dias seguintes, Flash pesquisou em todos os lugares, incluindo a biblioteca pública, para pesquisar o significado da palavra Grande Mestre. Pessoas notáveis da era dos anos 70 foram Bruce Lee, Grande Mestre de Artes Marciais e Grande Mestre de Xadrez Efim Geller. Nas semanas seguintes, ele repetiu para si mesmo: Flash — Grande Mestre — Flash, Flash — Grande Mestre — Flash. Depois de repetir isso várias vezes, ficou claro para ele que agora seria conhecido como Grandmaster Flash. Ele informou seu empresário na época, o 6'4”, Ray Chandler. Os irmãos Chandler foram os corredores número de Boston Road.

No final dos anos 70, Flash iniciou outra tendência que se tornou uma marca registrada em todo o mundo: dançarinos de break e MCs seguiram Flash para as várias festas para rap/dançar em suas batidas contínuas. Em pouco tempo, ele começou seu próprio grupo, Grandmaster Flash and the Furious Five. A reputação deles cresceu em torno da maneira como o grupo trocou e misturou suas letras com as habilidades incomparáveis de Flash como DJ e suas performances acrobáticas - girando e cortando vinil com os dedos das mãos, pés, cotovelos e qualquer objeto à mão.

SAIBA MAIS... 

FONTE: http://www.grandmasterflash.com/



COLUNISTA LORENA SANTOS COLUNISTA LORENA SANTOS

No dia 9 de agosto a Netflix lançou a série: Primeiro as Damas: Mulheres no Hip Hop. A série documental é sobre a importância, protagonismo, contribuição e legado das Mulheres na Cultura Hip Hop, o que torna esse conteúdo inédito e histórico. A série é dividida em 4 episódios com entrevistas longas e que englobam nomes como:  Queen Latifah, MC Lyte, Roxanne Shante, Rah Digga, Latto,Da Brat, até as artistas contemporâneas. O material é extremamente rico e repleto de detalhes que compilam a trajetória, vitorias, desafios e fatos e informações que até então não tinhamos tido acesso. Além das Mc’s contamos com a presença de outras mulheres importantes e que também estiveram inseridas dentro do Hip Hop desde sempre como as figuras icônicas de gravadoras,jornalistas e estilista( Misa Hiltone).

 

Primeiro as Damas: Mulheres no Hip Hop vira os holofotes e o mais importante o mic na mão delas, para que elas contem suas histórias na primeira pessoa. Além disso a serie tem muita representatividade tanto de histórias como contempla mulheres cis, trans e queers. Agora vou apresentar a vocês uma estilista pioneira da Cultura Hip Hop.


Misa Hylton  é uma estilista e designer  americana conhecida como uma pioneira na indústria da Moda, ela estilizou  e vestiu muitos artistas de Hip-Hop e R&B desde a década de 1990, mais notavelmente Lil' Kim e Mary J. Blige. O estilo de Hylton, referido como "Hip-Hop glamouroso", tem sido creditado por influenciar as tendências de Moda na Cultura popular. Em 2012, ela abriu a Misa Hylton Fashion Academy com o cofundador e estilista Jai Hudson. Hylton estrelou o documentário The Remix: Hip Hop x Fashion, sobre o papel da moda no Hip-Hop.  O filme estreou no Festival de Cinema de Tribeca de 2019. Em fevereiro de 2020, o Harlem's Fashion Row homenageou Hylton, April Walker e Dapper Dan por suas contribuições para a indústria da Moda.

Primeiro as Damas e a Moda: Sempre falamos aqui o quão a estética urbana e periférica que caracterizam a Cultura Hip Hop são potentes, originais e emblemáticas essa série ilustra isso muito bem, ela traz vários recortes das artistas em ação, seja em shows, clipes ou editoriais. As roupas são repletas de design, cores, volumes, futurismo as maquiagens também comunicam muita cor, brilho e atitude, os acessórios são outros itens que potencializam a linguagem estética das artistas sejam nos detalhes ou quando elas se tornam o ponto alto do look ou figurino, e por falar nos figurinos eles tem roubado a cena, exaltam a criatividade, realeza, irreverência, sexys e com muitas cores neons. Os calçados são outros recursos fundamentais dentro da nossa Cultura como botas coloridas e longas, tênis e saltos. Depois que assistirem voltem para nos contar o que vocês acharam dessa série.

Onde Assistir: Na Netflix - https://www.netflix.com/br/title/80997174

CULTURA HIP HOP 50 ANOS CULTURA HIP HOP 50 ANOS


50 Anos de Hip Hop

O Hip Hop é uma cultura jovem, mas completa 50 anos de existência e tem sido um fenômeno mundial que ainda influencia muitos aspectos da sociedade, incluindo a música, o estilo, a dança e a moda. O Hip Hop surgiu no Bronx, em Nova York, nos Estados Unidos, no final da década de 1960 e, desde então, tem evoluído constantemente para se tornar o que é hoje. Neste artigo, vamos explorar a evolução do Hip-Hop e como ele se tornou uma das culturas mais influentes do mundo.

O Começo do Hip Hop

O Hip Hop surgiu como uma forma de expressão para os jovens negros e latinos do Bronx que buscavam um escape das difíceis condições sociais e econômicas da época. Em meio a uma sociedade cada vez mais dividida e tensa, eles encontraram na música, dança e poesia um meio de se expressarem e de se unirem. Grandmaster Flash, DJ Kool Herc, Afrika Bambaataa e Kool DJ Dee são alguns dos pioneiros da cultura hip-hop que começaram a tocar música e fazer festas no final dos anos 1970.

A Evolução do Hip Hop

Ao longo dos anos, o Hip Hop tem evoluído de diversas formas, incluindo a música, a dança, a moda e a poesia. Na década de 1980, o Hip Hop começou a ser mais aceito pelo público em geral, e os primeiros artistas de Hip Hop começaram a ter sucesso comercial. Alguns dos mais influentes artistas de rap dos anos 1980 incluem Run-DMC, LL Cool J e The Sugarhill Gang.

Na década de 1990, o Hip Hop tornou-se ainda mais popular e influente, e muitos artistas começaram a incorporar elementos de outros gêneros musicais, como o R&B e o funk, em suas músicas. Para citar alguns temos Tupac, Notorious B.I.G., Wu-Tang Clan, Public Enemy e Dr. Dre.

O Hip Hop Hoje

Hoje, o Hip Hop é uma das culturas mais influentes do mundo, e seus artistas são celebridades internacionais. Artistas como Kendrick Lamar, J. Cole, Cardi B e Nicki Minaj estão entre os mais respeitados e influentes artistas do hip hop atual. Além disso, o Hip Hop tem sido incorporado em muitas outras formas de arte, incluindo filmes, televisão e literatura. A moda e o estilo do Hip Hop também têm influenciado a cultura popular, e muitas marcas de moda e estilo de vida se inspiram no estilo.

As músicas mais influentes

Anos 70: o começo do Hip Hop

Os primeiros anos do Hip Hop foram marcados por músicas que se concentravam principalmente nas batidas e na mensagem. Alguns dos artistas mais influentes desta época incluem DJ Kool Herc, Afrika Bambaataa e Grandmaster Flash. Algumas das músicas mais influentes desta época incluem “Rapper’s Delight” do The Sugarhill Gang, “The Message” do Grandmaster Flash and The Furious Five e “Planet Rock” de Afrika Bambaataa.

 

Anos 80: o auge do Hip Hop

Os anos 80 foram a época de ouro do Hip Hop, quando muitos dos artistas mais influentes do gênero começaram a emergir. Alguns dos mais importantes incluem Run-DMC, LL Cool J, Public Enemy e Beastie Boys. Algumas das músicas mais influentes desta época incluem “Walk This Way” de Run-DMC, “Rock the Bells” de LL Cool J, “Fight the Power” de Public Enemy e “Sabotage” dos Beastie Boys.

 

Anos 90: a era do gangsta rap

Os anos 90 foram dominados pelo gangsta rap, um subgênero do Hip Hop que se concentrava na vida nas ruas e nas dificuldades enfrentadas pelas comunidades afro-americanas. Alguns dos artistas mais influentes desta época incluem Dr. Dre, Tupac, Notorious B.I.G. e Snoop Dogg. Algumas das músicas mais influentes desta época incluem “Nuthin’ But a G Thang” de Dr. Dre, “California Love” de Tupac, “Juicy” de Notorious B.I.G. e “Gin and Juice” de Snoop Dogg.

Anos 2000 e além: a diversificação do Hip Hop

Desde os anos 2000, o Hip Hop tem se diversificado e evoluído para incluir uma ampla gama de estilos e subgêneros, desde o trap até o conscious rap. Alguns dos artistas mais influentes desta época incluem Eminem, Kendrick Lamar, J. Cole e Outkast. Algumas das músicas mais influentes desta época: “Lose Yourself” do Eminem, “HUMBLE.” do Kendrick Lamar e “Ms Jackson” do Outkast.

 

O Hip Hop é uma cultura vibrante e inovadora que tem evoluído constantemente ao longo dos anos. De um pequeno movimento de jovens negros e latinos no Bronx, o Hip Hop se tornou uma das culturas mais influentes. Para saber mais, vale a pena assistir os documentários que indicamos no artigo ‘Documentários imperdíveis sobre música na Netflix’ com a temática do hip-hop.

FONTE:  https://www.muzicado.com/50-anos-do-hip-hop-a-evolucao-de-um-movimento-cultural/

 


A HISTORIA DO GRUPO WHODINI A HISTORIA DO GRUPO WHODINI

FONTE: https://www.youtube.com/@musikako


https://www.youtube.com/watch?v=fr7Xn66l0u0

A HISTÓRIA DE ERIC B & RAKIM (BIOGRAFIA) A HISTÓRIA DE ERIC B & RAKIM (BIOGRAFIA)

 ERIC B & RAKIM (BIOGRAFIA

Rakim é um duo de hip hop formado por Eric Barrier e Rakim Allah, formado no bairro de Queens, Nova Iorque. O grupo é considerado um dos principais da era do ouro do gênero.





COLUNISTA LORENA SANTOS COLUNISTA LORENA SANTOS

 Hip Hop a Cultura do plural


CASTANHA



Foi em 1981 que a futura artista e uma das MCS mais importantes da cena Rap começava seus primeiros passos nas Culturas Afro e Hip Hop, ela já dançava Jazz e dança Afro na Zona Leste de Belo Horizonte e em 1985 ela inicia no Grupo de Capoeira Mandinga Mineira em 2000. Sua formação profissional foi em licenciatura em desenho e plástica pela FUMA atual UEMG trabalhou 16 anos como desenhista projetista 3D em elétrica de alta tensão. Super articulada e multi artista Castanha no mesmo ano participou do Projeto Multiculturalismo promovido pelo NUC que resultou em um Cd :Manifesto 1 passo com participações  importantes de :Meninas de Sinha ,CapoeiArte Basil e Cirandeio Cultural, e o ponto de encontro e desse trabalhos foi o Centro Cultural Alto Vera Cruz, que ainda proporcionou rodas de conversa, dinâmicas em grupo, atividades corporais,cantoria,capoeira e a Cultura Hip Hop, com oficinas de Graffiti e Rap, e foi ai que nasceu dentro dela o sonho de ser uma cantora de Rap e deixar de ser Backing Vocal, nessa época dentro do cenário da Cultura Hip Hop  o machismo infelizmente ditava as regras e a presença feminina ainda sofria muito hostilidade por parte dos homens .E por isso  que se via as mulheres  sempre ocupando o  palco como Back Vocal e não como MCS. Mas Castanha seguiu desbravando sua trajetória, caminhando lado a lado com outras mulheres como a Luana Houston que era a outra vocalista do grupo, que contribuíam na cena, e o seu sonho se tornou real em 2003, ela entra para o grupo: SOS Periferia (Santa Luzia), fez história, shows lotados, se tornou referência para muita gente, inclusive para as futuras MCS. Neste mesmo ano ela participou do FAN (Festival de Arte Negra), foi convidada para entrevistas na Rádio Favela e recebeu indicação ao Prêmio  Hutuz de Melhores na categoria Hip Hop Brasileiro 2003/2004. A cena de Belo Horizonte estava pulsante, e o ano já era 2006 o grupo SOS Periferia fazendo sua história e deixando sua marca, a valorização da cultura Hip hop e Afro estavam em ascensão, agenda cheia e muito trabalho. E foi nesse ano que a artista fez seu último show dentro do grupo, no Teatro da Biblioteca Pública através do Projeto: Stereoteca – Arautos do Gueto e SOS Periferia, ela preciso prioriza sua gravidez que exigiu cuidados. Há 7 anos Castanha a 7 anos sou empreendedora na área da Beleza cabelereira especialista em crespos e cacheados, transita.

Siga o trabalho dela: @mainartfashion   

Moda e o Elemento RAP: Na época era padrão vestir de calça larga e fazer “postura de homem,” esse tipo de frase era super comum, mulheres vestidas na maior parte das vezes de forma compulsória como os homens se vestiam e se portavam nos palcos. Porém Castanha foi quebrando mais uma regra ditada pelos homens, ela foi compondo seus próprios looks e figurinos, ela foi uma das primeiras mulheres a romper com esse “padrão”. No início houve estranhamento das outras mulheres, mas depois, elas se inspiraram mais uma vez nessa dama do Hip hop e começaram a mudar as suas identidades estéticas.  h

       

                                                                                                    NEGHAUM


  MC como poucos, Neghaum teve seu primeiro contato com o elemento Rap em meados de 1994, diretamente Aarão reis zona norte  de Belo Horizonte. Em 1998 ele já tinha um contato mais profundo com a Cultura e com a cena local, sempre muito articulado criou o grupo de rap KONTRAST em 1999, um dos grupos mais icônicos da cena de BH e Região Metropolitana. E quem o ajudou nessa missão foi o Dj Eazy CDA,outra figura super importante do Hip Hop mineiro. Os shows do grupo estavam sempre lotados e a vibe lá encima, e se apresentaram em casas como : Lapa Multishow,Sesc Paladium e Palácio das Artes além de terem girados em várias quebrada da cidade. Em 2013 o grupo encerra as suas atividades, o MC dá um respiro, reorganiza a rota e volta em carreira solo com tudo em 2015, artista de pensamento rápido, rimas afiadas, criatividade no teto e um flow único, um Mc versátil, atualizado suas músicas sempre trouxeram o cotidiano periférico, desse artista que tem uma voz inconfundível, lançou seu primeiro disco solo: Outro Efeito em Belo Horizonte e São Paulo. Em 2017 esse trabalho foi premiado no estado de Minas Gerais e em festivais de música como "Som Plural" realizado em Itabirito, com a música "Sementes" escolhida como melhor letra, premiada também no Festival "Canta Mariana" realizado em Mariana, escolhida como a melhor canção.


Em 2017 esse trabalho foi premiado no estado de Minas Gerais e em festivais de música como "Som Plural" realizado em Itabirito, com a música "Sementes" escolhida como melhor letra, premiada também no Festival "Canta Mariana" realizado em Mariana, escolhida como a melhor canção.


Em 2019 no Festival de música "Todos Os Sons" realizado em Ouro Preto, Neghaum ganhou o 1º lugar com a música "Na Fé", outra faixa do disco Outro Efeito.

Neghaum carrega um legado de parcerias musicais com nomes como: Velha Guarda Do Samba de BH, Família De Rua (Duelo de Mc 's), Kainna Tawá ,Juliana Felicio,Tamara Franklin entre outros.

 

Contatos:

e-mail: contatoneghaum@gmail.com


Redes Sociais:

facebook.com/neghaum

instagram.com/neghaum_te :


Apresento a vocês a Yasmin Boraschi, mais conhecida como @the.lirios e ela representa o elemento Rap e o Conhecimento!


Ela conheceu o Hip Hop foi muito por acaso,a sensação que ela teve é que a vida foi levando-o até ela. Meus pais se separaram quando eu tinha 8 anos e o refúgio da minha mãe foi a igreja evangélica, acompanhava ela aonde ela fosse, então mesmo não gostando muito eu fazia questão. Lá comecei a frequentar o grupo de jovens que todos os domingos antes do culto tinha aulas culturais. Já ouvia rap na MTV, mas não sabia que tinha uma cultura por trás, lá comecei nas aulas de danças urbanas e a primeira foi de Breaking, depois fui fazendo outras modalidades. Me apaixonei de cara e cheguei a apresentar em um dos shows do grupo Ao Cubo e fiquei na dança e na igreja até os meus 14 anos.

A maior conexão que tive com o Hip Hop foi em Contagem, na cidade que cresci, lá tem muitas praças onde a galera sempre fazia Saraus, o maior era o Apoema que comecei a ajudar na organização por um tempo. Nessa mesma época, fui convidada por um amigo a fazer parte do grêmio estudantil, onde estudei o direito do aluno e implementamos na escola um Sarau e isso mudou completamente o rumo de uma escola extremamente conservadora, dando também a abertura de levar o Graffiti e a batalha de conhecimento nas edições do Sarau. Também nessa mesma época, fui chamada pra ser Mestre de Cerimônias da Segunda Rap, uma batalha que antes eram 20 pessoas numa praça, se tornar uma batalha com mais de 100 pessoas toda segunda-feira.Todos esses acontecimentos mudaram o rumo da minha vida. Além da parte ativa, também frequentava as diversas batalhas que aconteciam em BH pra aprender e poder me aprimorar como MC. Sempre fui muito ativa e acredito que os convites para os projetos vieram por sempre tomar iniciativa de fazer acontecer.Com 18 anos fiquei 3 meses na ocupação do CRJ e da FUNARTE, onde tinha muitas palestras com pioneiros do hip hop de BH. Cada vez mais fui me interessando em aprender sobre a história e comecei a pesquisar e frequentar movimentos da cidade onde tinham esse conhecimento, além de me posicionar nas redes sociais onde foram surgindo oportunidades de produção cultural.

A sua relação com a Moda Urbana:

Estar nos movimentos culturais me fazia sentir livre pra ser eu mesma. Trabalho desde os 14 anos, mas nunca tive muitas condições de ficar usando roupas de marcas e etc, acredito que não é algo que coloco como prioridade.Sempre fui muito de garimpar em brechós da cidade, em lojinhas de feira ou quando queria algo diferente buscava marcas locais da cidade.Hoje não mudou muita coisa, mas com o crescimento das minhas redes fiz parcerias com algumas marcas e dei uma pequena renovada no guarda-roupas rsrsrs!

A Moda de Rua é um dos elementos da cultura, indiretamente já gostava de calças mais largas, uma estética anos 90', mas nunca fui muito adepta as camisas GG rsrsrs. Gosto de peças que me deixem confortável e com algumas tatuagens à mostra.

 

Referências:

Com certeza uma das minhas maiores referências é o MC Marechal que tive a oportunidade de vivenciar a VVAR também aos meus 18 anos quando morei no Rio de Janeiro. Meu ex namorado tinha um projeto com ele e fizemos o corre juntos pra fazer acontecer, onde aprendi muito também.Além do Marechal, as mulheres foram cruciais pro meu posicionamento político e social numa cultura tão importante. Entre elas Dina Di, Kamila CDD, Negra Li e Karol Conka.

 

Instagram: @the.lirios

 


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A HISTÓRIA DE KURTIS BLOW (BIOGRAFIA) A HISTÓRIA DE KURTIS BLOW (BIOGRAFIA)

Kurtis Blow


    • Kurtis Blow, (nascido Curtis Walker a 9 de Agosto de 1959 em Harlem, Nova York), é um dos mais influêntes rappers e um dos primeiros artistas de hip hop.[1] O sucesso "The Breaks" (de 1979) é um dos primeiros "clássicos" deste gênero (a música é basicamente uma cativante batida disco' com rima rap). Blow foi influenciado pelo disc-jóquei DJ Hollywood (criador do termo hip-hop). Bob Dylan fez uma participação no álbum "Kingdom Blow" de Kurtis Blow, lançado em 1986.[1] Blow começou sua carreira em Nova Iorque em meados da década de 1970, como dançarino de break, até iniciar trabalho como DJ e rapper. Ele foi o primeiro a gravar um álbum inteiro de rap em 1980, o álbum Kurtis Blow, que inclui as faixas The Breaks e Throughout The Years".[2] Ele ainda apareceu em dois filmes: Krush Groove e The Show.

       

      Em 2005, sua música "Basketball" (do álbum Ego Trip) foi usada em alguns comerciais durante partidas da NBA, a liga de basquetebol dos Estados Unidos. Em 2007 Blow entra para a Hip Hop Church, tornando-se pastor, ao lado de outros rappers como Run (do Run-D.M.C.).



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CACHOEIRAS



A Cachoeira do tabuleiro, está situada no distrito como mesmo nome que fica na cidade mineira de Conceição do Mato Dentro, distante  200 km da capital mineira .

No local existem várias áreas  de camping e pousadas;

O distrito é bem pequeno ,com uma população bem hospitaleira.

A cachoeira  do Tabuleiro é a 3ª maior do Brasil e a maior do estado de MG; com seus 273 metros de queda livre foi considerada pela Revista 4 rodas como sendo umas das mais belas de nosso país .

O local é de  acesso moderado, tendo guia para acompanhar a caminhada que dura cerca de 1:30 com um percurso de km 2.500 o local oferece  também colete náutico, pelo o fato de seu posso ser bem profundo e sua água muito fria.

A parte de baixo como é chamada, tem uma descida bem considerável, com algumas escadas de madeira bem feitas e com corre mão; Após esta descida, entra-se no rio que vem da cachoeira e anda cerca de 1Km até o seu destino que é o poço.

Parte de cima:  Esta aventura já fica um tanto quando difícil, pois se anda  cerca de 8 km, de uma subida considerável ,Porém pode –se  apreciar uma vista de tirar o fôlego

Quando não estou em campo procurando uma nova aventura maravilhosa, passo meu tempo pesquisando e explorando novas possibilidades para ajudar a manter meus passeios sempre atualizados, interessantes e relevantes. Dê uma conferida 

MATÉRIA/ POR VANDERLEI NARCISO

 



BELO HORIZONTE BELO HORIZONTE


Belo Horizonte é a capital do estado de Minas Gerais, no sudeste do Brasil. Rodeada de montanhas, a cidade é conhecida pelo enorme Estádio Mineirão. Construído em 1965, o estádio alberga também o Museu Brasileiro do Futebol. Nas proximidades encontra-se a Lagoa da Pampulha e o Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que inclui a Igreja de São Francisco de Assis, cujo teto é ondulado e que foi concebida pelo arquiteto modernista brasileiro Oscar Niemeyer. ― Google

Fundação: 12 de dezembro de 1897

Área: 331,4 km²

População: 2,722 milhões (2020)

População metropolitana: 6.006.887

CASA DO HIP HOP TAQUARIL CASA DO HIP HOP TAQUARIL

CASA DO HIP HOP 



Histórico da Casa do Hip Hop Taquaril

Idealizada por Rapper Blitz a Casa do Hip Hop Taquaril foi fundada no dia 08 de Outubro de 2016 na comunidade do Taquaril, um espaço de referência do Hip Hop a casa e a única da cidade de Belo Horizonte e do Estado de Minas Gerais. Com uma circulação de aproximadamente 200 pessoas por mês a Casa do Hip Hop Taquaril é o único Centro Cultural existente no bairro, com uma programação que vai além do Hip Hop a casa do Hip Hop oferece infra estrutura física para receber vários tipos de atividades as quais já vem acontecendo como aulas de capoeira, encontro de reuniões comunitárias e institucionais, workshops, dentre outras atividades, hoje a casa tem em sua coordenação integrantes de grupos de rap da comunidade , adaptada para receber cadeirantes fazendo assim um importante papel de inclusão na comunidade com uma programação que vai de Segunda feira à Domingo a casa do Hip Hop Taquaril oferece aulas de capoeira e Rap, cineclube, Bazar, eventos culturais, Biblioteca e Ponto de Leitura. Funciona dias de semana de na parte da noite e aos finais de semana durante o dia com entrada gratuita para todos, esta localizado no coração do Taquaril em frente ao final do Ônibus na rua Joaquim Teixeira dos Anjos 140.

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AFRICA BAMBAATAA AFRICA BAMBAATAA


Afrika Bambaataa, nome artístico de Lance Taylor (Bronx, Nova Iorque, 19 de abril de 1957) é um DJ, cantor, compositor, produtor e ativista estadunidense conhecido por ser líder da banda Zulu Nation. Além de ter inovado os paradigmas do electro, também é reconhecido como sendo o padrinho do Hip Hop por ter sido o primeiro a utilizar o termo e dar as bases técnica e artística para o "Hip Hop" formando assim uma nova cultura que se expandia nos bairros negros e latinos da cidade deAfrika Bambaataa, nome artístico de Lance Taylor (Bronx, Nova Iorque, 19 de abril de 1957) é um DJ, cantor, compositor, produtor e ativista estadunidense conhecido por ser líder da banda Zulu Nation. Além de ter inovado os paradigmas do electro, também é reconhecido como sendo o padrinho do Hip Hop por ter sido o primeiro a utilizar o termo e dar as bases técnica e artística para o "Hip Hop" formando assim uma nova cultura que se expandia nos bairros negros e latinos da cidade de Nova Iorque e que congregava DJs, MCs, Writers (grafiteiros), B.boys e B.Girls (dançarinos de Breaking). Carreira Nasceu e foi criado no Bronx e, quando jovem, fazia parte de uma gangue chamada Black Spades (Espadas Negras, em português), mas viu que as brigas entre as gangues não levariam a lugar nenhum. Muitos dos membros originais da Zulu Nation também faziam parte da Black Spades, que era uma das maiores e mais t



TURISMO TURISMO

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QUEEN LATIFAH QUEEN LATIFAH

 


Ana Elaine Owens, mais conhecida por seu nome artístico Queen Latifah, é uma rapper, atriz, compositora, produtora de televisão, produtora musical, comediante e apresentadora norte-americana. Ela iniciou sua carreira artística como rapper, lançando seu primeiro álbum intitulado All Hail the Queen, em 1989

Ela iniciou sua carreira artística como rapper, lançando seu primeiro álbum intitulado All Hail the Queen, em 1989. Em 1991, lançou seu segundo álbum Nature of a Sista. Seu primeiro papel como atriz foi em 1993, como Khadijah James na sitcom da FOX, Living Single. Seu terceiro álbum Black Reign (1993), gerou o single ''U.N.I.T.Y.", que ganhou um Grammy e foi bem sucedido na Billboard Hot 100. Em 1996, estrelou o papel principal em Até as Últimas Consequências e lançou seu quarto álbum Order in the Court. Em 2004, lançou seu quinto álbum The Dana Owens Album, e em 2007 e 2009, lançou mais dois álbuns de estúdio - Trav'lin' Light e Persona. Latifah vendeu mais de 2 milhões de cópias mundialmente, e é considerada uma das mulheres pioneiras no hip-hop.[3]

Ela estrelou vários filmes de sucesso em sua carreira, como: A Casa Caiu (2003), Taxi (2004), Barbershop 2: Back in Business (2004), Beauty Shop (2005), As Férias da Minha Vida (2006), Hairspray (2007), Joyful Noise (2012), Milagres do Paraíso (2016) e Girls Trip (2017).

Em 2006, Latifah recebeu uma estrela na Calçada da Fama.[4] Seu trabalho na música, no cinema e na televisão lhe renderam um Grammy,[5] um Emmy, um Globo de Ouro, três Screen Actors Guild Awards, dois NAACP Image Awards, e uma indicação ao Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por Chicago em 2002.